segunda-feira, 15 de abril de 2013

À mercê...




Era de se esperar uma “não resposta”

tão ao contrário quanto à escrita acima, veio a resposta.

Não lida, unicamente pelo fato de não ser esperada.

Mentira... era esperada, mas uma espera acompanhada do medo.

Aliás toda ação ou ideia que se referisse a você sempre vinha acompanhada,

envolta, resfriando, agonizando uma espécie de medo, ansiedade e/ou incerteza.


Mas leu-se e veio o riso de canto de boca, logo se estendeu de orelha a orelha

riso este acompanhado de um alívio repentino, um verdadeiro afago ao coração.

Qualquer palavra sua, até mesmo qualquer pontuação causaria esta reação.

Era de se esperar... pelo tempo que fosse,  se for pra ser...

Afinal não é a ele, o tempo, que estamos à mercê?




Lú Caetano

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