Sabiamente dizia: há de existir alguém que caiba nesses versos metrificamente livres.
E, havia... surgiu, desapareceu e, re (apareceu).
E, fazia o bem, tornou-se um bem.
...Meu BEM!
...Meu BEM!
Não formou estrofe pelo simples fato de não ter chegado ao fim.
Que mal há em ser atemporal?
Luciléia Caetano